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Epistolario
Santos, Vladimir Chaves Dos
Unicamp
70,00
Estoque: 3
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As cartas e os outros escritos publicados neste primeiro volume da Viquiana foram escolhidos por sua relevância filosófica e biográfica. No caso das cartas, considerou-se pelo menos um dos três seguintes critérios: ou sua relevância biográfica, carta s que tratam da recepção das obras de Vico e de sua fortuna pessoal; ou estilística, as que melhor ilustram as habilidades literárias e retóricas de Vico; ou heurística, nas quais o filósofo frequenta e ampara a investigação de temas e problemas abor dados em suas obras. Foi com base nesse último critério que os escritos menores de Vico entraram nesta edição. Na forma de pareceres, de prefácio ou de discurso, neles o filósofo e literato napolitano frequentou um sem-número de ideias e de teses que , formuladas em seus principais livros, lhe granjeariam o justo elogio de filósofo genial e sem paralelos. Sobressaem, aqui, principalmente as teorizações sobre a poesia e a retórica, expressas, porém, em um ritmo argumentativo original, menos rígido do que o adotado em seus livros, ditado certamente pelas ocasiões profissionais que lhes engendraram – razão pela qual não deixam de ter valor também estilístico. O formato bilíngue da edição corresponde ao desejo de divulgar a obra e o pensamento d e Vico no mundo lusófono, mas que possa, além disso, alcançar o crédito de edição acadêmica e apropriada à pesquisa, mantendo colados à acessibilidade do vernáculo os originais na língua do autor.
Giambattista Vico (1668-1744) foi um homem de letras , professor de retórica na Universidade de Nápoles e um dos principais filósofos italianos da idade moderna. Sua vasta e fecunda obra filosófica chamou atenção, desde muito cedo, das ciências humanas, que enxergariam nela uma vocação única ao pioneir ismo nas mais diversas matérias, dos estudos históricos à linguística.
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