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14 De Maio: Licoes De Resistencia Ao Racismo
Jorge Zahar
64,90
Sob encomenda 12 dias
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Nascido em 1945 em Belo Horizonte, Hélio Santos é parte de uma geração que cresceu como quem acorda e vive no dia 14 de maio de 1888, o dia seguinte à abolição formal da escravidão no Brasil, quando o negro "não tinha trabalho, nem casa, nem pra onde ir", como canta Lazzo Marumbi Presidente-fundador do Conselho de Desenvolvimento e Participação da Comunidade Negra do Estado de São Paulo em 1984, única pessoa negra na Comissão dos Notáveis no processo da Constituinte em 1985 e coordenador do Grup o de Trabalho Interministerial de Valorização da População Negra no governo FHC, acumula mais de 50 anos de ativismo, sem cansar de travar o bom, justo e íntegro combate às desigualdades do país. Neste livro, o autor nos mostra que, apesar dos avanço s, ainda vivemos à sombra de uma abolição inconclusa. Em prosa ensaística, compartilha memórias pessoais que se tornam o fio condutor para reflexões certeiras sobre o país, baseadas na necessidade de promover a equidade racial para alcançarmos uma ve rdadeira democracia. "Eu me formei ouvindo intelectuais negros como o professor Hélio Santos. A Nascido em 1945 em Belo Horizonte, Helio Santos é parte de uma geração que cresceu como quem acorda e vive no dia 14 de maio de 1888, o dia seguinte à ab olição formal da escravidão no Brasil, quando o negro “não tinha trabalho, nem casa, nem pra onde ir”, como canta Lazzo Matumbi. Presidente-fundador do Conselho de Desenvolvimento e Participação da Comunidade Negra do Estado de São Paulo em 1984, ún ica pessoa negra na Comissão dos Notáveis no processo da Constituinte em 1985 e coordenador do Grupo de Trabalho Interministerial de Valorização da População Negra no governo FHC, acumula mais de 50 anos de ativismo, sem cansar de travar o bom, justo e íntegro combate às desigualdades do país. Neste livro, o autor nos mostra que, apesar dos avanços, ainda vivemos à sombra de uma abolição inconclusa. Em prosa ensaística, compartilha memórias pessoais que se tornam o fio condutor para reflexões c erteiras sobre o país, baseadas na necessidade de promover a equidade racial para alcançarmos uma verdadeira democracia. “Eu me formei ouvindo intelectuais negros como o professor Helio Santos. A vida me deu a sorte de ser um de seus milhões de apr endizes.” - Emicida, rapper “Professor Helio Santos é um intelectual brasileiro da maior qualidade. Nas reflexões sobre desigualdade racial, consegue combinar a realidade nua e crua à esperança equilibrista.” - Flávia Oliveira, jornalista
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